Entenda o significado do brasão redentorista

O brasão é a expressão do propósito e da espiritualidade da Congregação Redentorista. Representa a obra de redenção de Cristo sob a proteção de Maria. Confira!
Brasão da Congregação Redentorista

O brasão, na tradição europeia medieval, era um desenho especificamente criado com a finalidade de identificar famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações.

É uma espécie de logomarca que gera identidade. Na época, era usado por exemplo para a identificação de documentos oficiais.

O símbolo principal da Congregação Redentorista que a identifica em todo o mundo foi criado pelo Ir. Vito Curzio, o primeiro irmão redentorista, contemporâneo de Santo Afonso Maria de Ligório, fundador dos Redentoristas.
Vito Curzio idealizou e desenhou o brasão de armas da Congregação. O fez com estilete no forno da comunidade redentorista de Scala, onde residiu por seis anos.

Não há vocação sem cruz

Entenda o escudo que representa a Congregação Redentorista

O Estatuto 06 da Congregação Redentorista, que reproduz substancialmente a Constituição 717 de 1764, define o selo assim:

“O selo da Congregação é formado por uma cruz com a lança e a esponja, colocada em três montanhas; nos lados da cruz estão os nomes abreviados de Jesus e Maria; na cruz, um olho com raios de luz e acima de tudo uma coroa. Em volta do selo está escrito: Copiosa Apud Eum Redemptio (cf. Salmo 129,7)”.

Os elementos simbólicos representam a obra da redenção realizada por Cristo (Reprodução.)


Os elementos simbólicos que o compõem representam a obra de redenção realizada por Jesus Cristo e que o instituto deve anunciar sob a proteção de Maria.

Daí a cruz na montanha com a lança e a esponja, os nomes de Jesus e Maria e a inscrição “Copiosa apud eum redemptio”, que significa Junto Dele a Redenção é Copiosa.

O olho pode ser interpretado como o olhar misericordioso de Deus sobre a humanidade, a providência divina. A coroa no escudo pode ser interpretada como a coroa da glória que Ele merece.

3 orações vocacionais para rezar no dia a dia

Os três cumes da montanha não têm valor simbólico especial, mas podem ser interpretados como:

  • O Monte Sinai, onde Moisés recebeu os 10 mandamentos;
  • O Tabor, onde Cristo se transfigurou;
  • Calvário, onde na Cruz, Cristo nos deu vida plena.

Os símbolos escolhidos são justificados por si mesmos como uma expressão do propósito e da espiritualidade de um instituto missionário sob o nome do Santíssimo Redentor.

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