Chegamos na semana mais importante do ano. Nela  meditamos o mistério da nossa redenção, ou seja, a agonia, flagelação, coroação de espinhos, crucificação e morte de Jesus Cristo.

 Como podemos não ser gratos a este Deus que nos redimiu, deixando-se ir até à loucura da cruz? A este Deus que se colocou da nossa parte e aqui ficou até ao fim?” ( São João Paulo II)

Enquanto Jesus padece ao trilhar esses dias da Semana Santa, “o seu Corpo, que é a Igreja, compadece e busca, de modo especial, completar em si o que falta às tribulações dAquele que é a sua Mística Cabeça” (cf. Cl 1, 24)

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Somos convidados a intensificar nossas orações, penitencias, caridade.  É hora de nos unirmos, de forma ainda mais íntima, com as dores de Cristo.

“Vivamos na cruz. A cruz é a abnegação de nossa vontade. Na cruz está o céu porque ali está Jesus”. (Santa Teresa dos Andes)

Quando vivemos bem a Semana Santa aprendemos sobre o real sentido dessa vida. A vida vai além do que passamos aqui:

“A cruz não é um fim em si mesma: ela eleva-nos para as alturas e revela-nos as realidades superiores. Por isso ela não é somente um símbolo; ela é a arma poderosa de Cristo”. (Santa Teresa Benedita da Cruz)

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