Para responder a esta questão, somos convidados a compreender um pouco mais sobre uma verdade de fé que foi proclamada no Concilio Vaticano I, o chamado dogma da “Infalibilidade Papal”. Claro que aqui não podemos esvaziar o mesmo com explicações extensas, mas vamos nos ater sobre o sentido espiritual e pastoral desta afirmação.
Devemos ter bem claro o seguinte:
A infalibilidade do Papa não deve ser compreendida como um prêmio ou mérito, e sim como Graça Divina, um dom sobrenatural, onde o Pontífice participa e se coloca a serviço de toda a Igreja.
Assim, conta com a assistência divina do Próprio Cristo, que o auxilia com sabedoria para conduzir a Sua Igreja.
Devemos lembrar também que, como pessoa humana, o próprio Papa admite ser frágil e pecador.
A infalibilidade papal é a respeito de quando ele fala como Pastor Supremo da Igreja e, em questão de fé e moral, ele não erra, pois é o próprio Cristo quem está falando por meio dele.
Podemos perceber que o sentido da infalibilidade do Papa está ligado à missão do Magistério da Igreja, ou seja, está ligado à missão de colocar a Igreja nos caminhos da verdade, da fé e da moral, a qual recebeu dos apóstolos nos primórdios, garantindo que a Igreja não se desvie de sua fé, professando-a de forma autêntica e sem erros.
Rezemos pelo nosso Papa Francisco, para que tenha perseverança e sabedoria na condução da Igreja, nos levando a uma fé autêntica que e no seguimento a Cristo o nosso Redentor. E que possamos, com mansidão, escutar os direcionamentos que o Santo Padre nos aponta, tendo a certeza de que ele nos direciona sempre para o bom caminho.