A Criação do Universo sempre foi um assunto que desperta muita polêmica e curiosidade em todos nós, principalmente para os que creem em Deus como nosso Criador. Afinal, o que a gente aprende na escola a respeito da origem do Universo é bem diferente…

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Será?

A essa altura, você pode estar pensando: “Nossa, o JM tá bem ‘loco’… Em plena Páscoa, e eles falando do Gênesis, de antes de Cristo…” Maaaas… Tudo tem uma explicação!  Nessa Páscoa tão diferente, podemos estar meio sem esperanças, mas este post pode mudar tudo. Acompanhe a leitura!

Lá no Vaticano, existe a figura do Pregador da Casa Pontifícia. Este religioso fornece meditação ao Papa, bem como a outros altos funcionários da Igreja Católica, sendo o único clérigo autorizado a pregar ao Papa. Ele sempre será um membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, por causa do “exemplo de piedade cristã e perfeição religiosa, o esplendor da doutrina e o zelo apostólico” encontrados na Ordem.

Essa pessoa, desde 1980, é o Frei Raniero Cantalamessa (esse aí da foto abaixo). Uns anos atrás, me lembro de uma de suas pregações que me marcou muito, porque ele explicava justamente a Criação do Mundo por Deus, cujo sentido é renovado na Páscoa.

Frei Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia desde 1980 (Reprodução)

Disse ele (não exatamente com essas palavras):

Deus é o Criador de todo o Universo. Como O Criador, Ele próprio é o Universo, tal como os cientistas descrevem o surgimento do Universo pelo Big Bang, a “Grande Explosão”. E se Deus é o próprio Universo, e se Deus é amor, então o Universo todo é Amor. 

E, sendo o Amor tão grande, tão imenso, não caberia em si mesmo. Assim, explodiu, espalhando fragmentos de Amor por tudo que existe. E o centro, o núcleo desse amor infinito está em Cristo, o fragmento mais profundo do Amor de Deus. 

Ele nos deu o Universo inteiro, nos deu todo o Seu amor. Nos deu até mesmo seu fragmento mais precioso, que é Seu Único Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Nos deu a vida, o amor e tudo o que se inicia e se encerra em Cristo, que é fragmento d’Ele próprio”.

Ninguém, nenhum ser humano consegue explicar a origem de Deus, nem a origem do “grande bloco” do qual aconteceu o Big Bang, que originou o Universo que conhecemos. Então, fazendo uma metáfora BEM simplificada, esse ‘bloco’ de todas as substâncias que, ao longo do tempo, constituíram a fórmula da Vida, só pode ser Deus! E que motivo ‘algo’ teria para gerar vida, se esse ‘algo’ não fosse o amor?

E é esse Amor todinho, imenso, infinito, que eu quero te fazer lembrar, querido e querida Jovem de Maria:

 “Com efeito, Deus tanto amou o mundo que lhe deu seu Filho unigênito, para que não morra quem nele crê, mas tenha a vida eterna.” (João 3, 16)

Eu achei isso tão lindo! E, pelo menos para mim, fez total sentido! Imagina!

Faz sentido para você também? Então, corra! Compartilhe esse Imenso Amor com as pessoas que você gosta, mesmo que só pelas redes sociais!
(Distanciamento social na pandemia é importante, viu?)

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