No quadro ‘Ecologia – Cuidando da Casa Comum’, engenheira ambiental fala sobre o tratamento de efluentes na zona rural
A falta de saneamento básico é problema grave no Brasil. Quase 100 milhões de brasileiros não têm acesso a este serviço. O desafio fica ainda maior em áreas rurais e em outras áreas isoladas do país.
A coleta de esgoto nessas regiões ainda é precária e, normalmente, são utilizadas fossas sépticas. Elas evitam o lançamento dos dejetos sólidos diretamente em rios, lagos ou mesmo na superfície do solo.
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Além do aspecto ecológico, as fossas sépticas impedem a proliferação de doenças. Trata-se de um tanque enterrado, que recebe os esgotos e retém a parte sólida. A parte líquida é despejada em sumidouros, ou seja, um poço sem laje de fundo, que permite a infiltração do efluente da fossa séptica no solo.
A engenheira ambiental e sanitarista Bruna Rodrigues alerta que a construção desses dispositivos de maneira inapropriada ou a falta de manutenção podem gerar a contaminação do solo ou do lençol freático.
Para evitar vazamentos, o tanque séptico deve ser estanque, além de ser necessário realizar a sucção do material orgânico por uma empresa especializada, para que os rejeitos não sejam dispostos de maneira inapropriada no solo.
Ouça na íntegra a engenheira ambiental e sanitarista Bruna Rodrigues, no quadro ‘Ecologia – Cuidando da Casa Comum’, da Rádio Aparecida:
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