O Santuário de Aparecida iniciou em outubro de 2016, o ano jubilar em celebração aos 300 anos de Bênçãos de Nossa Senhora Aparecida. Muitas obras foram executadas, inclusive obras sacras. O artista sacro, Claudio Pastro, falecido em 19 de outubro de 2016, esteve à frente do projeto de criação de painéis, vitrais e de formas para o espaço da Basílica Nova, desde de 1999.
Entenda a simbologia da Cúpula Central
Santuário em Ação: Obras rumo aos 300 anos
Todos os detalhes artísticos do Santuário representam momentos da história de Cristo, da Igreja e da Virgem Maria, sendo segundo o artista, um convite para os devotos compreenderem melhor a fé católica. Claudio Pastro explica que o referencial para as obras do Santuário foi o Altar Central e a partir dessa definição toda a obra foi pensada, criando um belo jardim, fazendo lembrança à criação de Deus.
Ao entrar no Santuário, olhando atentamente a cada espaço, podemos encontrar os evangelhos da infância de Jesus, a vida pública de Jesus, a paixão e morte de Jesus e os evangelhos da ressurreição. Pastro salienta que a Basílica de Aparecida é única e relaciona o revestimento em tijolinho, a Nossa Senhora Aparecida e a cada um dos fiéis.

“A basílica é única, a arquitetura do Benedito Calixto que vem lá dos anos 40, do século passado, que é uma arquitetura católica, românica, revestida de tijolinho que é o barro cozido, pesando não só na questão técnica de temperatura e acústica, mas pensando também que o tijolinho casa-se na imagem de Nossa Senhora Aparecida, que também é de barro cozido e que nós também fomos feito do barro.”
O artista sacro finaliza a entrevista expressando a sua felicidade e privilégio em ter sido escolhido para trabalhar no Santuário, e poder perceber que as pessoas se sentem muito acolhidas na casa da Mãe Aparecida.
Assista a entrevista do missionário redentorista, padre Marcelo Magalhães com o artista sacro Claudio Pastro.