O Dilúvio Universal
Deus deixa que as águas, que havia separado, se unam novamente, pois viu que a maldade do homem era grande sobre a terra, e que era continuamente mau todo desígnio de seu coração (cf. Gn 6,5-6). O homem foi submerso pelas águas porque não era mais capaz de ver além da própria vontade envenenada pelo mal.
Noé planta a vinha
Depois do dilúvio universal Noé, que era agricultor, começou a plantar a vinha. Nasce de novo a relação entre Deus, o homem e a terra, vivida no amor. A vinha e o cálice que envolvem a cena nos fazem lembrar das bodas de Caná da Galileia (Jo 2), o princípio dos sinais de Cristo que anuncia, na última ceia, que o seu sangue será o cálice da nova aliança (Mt 26,26-29), (Mc 14,22-25), (Lc 22,19-20).