Skank: trilha sonora de bons encontros

O Nosso Palco celebra essa banda que transformou a música brasileira, que soube falar de afeto, de movimento e de estar junto com simplicidade e verdade.
Imagem Skank do artigo Skank: trilha sonora de bons encontros

O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte, no coração de Minas Gerais, quando quatro amigos: Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti, se reuniram movidos por um mesmo desejo: trazer o clima do dancehall jamaicano para dentro da tradição pop brasileira.

Desde o início, essa mistura de ritmos já dizia algo sobre quem eles eram, uma banda feita de encontros, de encontros entre culturas, entre afetos e ideias que ganhariam forma em canções que logo seriam cantadas por todo o país.

Inesperados, marcantes e cheios de cumplicidade, a música do Skank foi se tornando parte da vida de quem a escutava nas viagens de carro com amigos, nas tardes de verão com risadas soltas e nas histórias que só o tempo faz justiça.

Skank nunca ficou parado no mesmo lugar. Cada novo trabalho trazia influências diferentes, mostrando uma banda inquieta, sempre em busca de novas formas de se expressar. Essa evolução é um pouco como a própria vida: cheia de fases, de altos e baixos, de mudanças que nos moldam sem perder a essência.  

No fundo, o legado do Skank é isso: música que traz gente junto. Que faz a pessoa relembrar um riso, um abraço, um quarto lotado de amigos ouvindo o som alto. 

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