Universidades americanas já haviam demonstrado através de estudos gabaritados, a importância da fé para a saúde física, mental e emocional das pessoas. Alguns estudos provaram que, de duas pessoas que possivelmente tenham o mesmo problema, uma tendo fé e outra não, a que tem fé tem 50% a mais de chances de se curar do que aquela que não tem fé.
Vejam que eu estou falando de Fé e não de comprometimento com uma igreja. E agora a ciência está cada vez mais validando a fé como importante para o bem estar físico e mental.
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Ciência e religião têm características distintas, atuando em campos diferentes da vida das pessoas, mas não precisam ser necessariamente oponentes. A religião deu contributos preciosos para várias descobertas e avanços científicos ao longo da história em diversos campos, como na genética, astronomia e comunicação. Lembro que o inventor do rádio, por exemplo, é um padre brasileiro, apesar de não ter registrado a sua patente.
Para os cristãos, como afirmam as Sagradas Escrituras, o corpo é “templo do Espírito Santo”. Logo, é preciso dele cuidar como se cuida da alma. Além disso, já está mais do que provado que aqueles que têm fé, têm maior aceitação da doença e isso contribui para dar forças na sua superação, afinal, o Evangelho não diz que “a fé remove montanhas”? (cf. 1Cor 13,2)
Especialmente em tempos de crise, como a pandemia que vivemos, tem crescido significativamente a procura de apoio na dimensão espiritual e emocional e nunca as livrarias venderam tantos livros de autoajuda E religiosidade como agora.
Mas não podemos “confundir alhos com bugalhos”, pois cada uma tem a sua especificidade e seu campo próprio de agir, mas, repito, necessariamente, ciência e religião não precisam ser oponentes, pois ambas trabalham pelo bem estar geral e pela promoção do ser humano e da sua qualidade de vida.