O padrinho de batismo e a vela

O padrinho de batismo e a vela

Certa vez, um senhor foi convidado para ser padrinho de batismo. Ele procurou fazer tudo direitinho. Vestiu o terno, pôs a gravata e foi para a igreja.

No início, o padre deu uma vela para ele segurar. Ficou segurando a vela.

Após o rito principal, o da água, o padre pediu para ele acender a vela no Círio Pascal. Ele ascendeu.

Terminada a celebração, o padre perguntou a ele: “Por que você está segurando esta vela?” O pobre homem se enroscou todo. Olhou para a vela, olhou para o padre, deu um sorriso amarelo e disse: “Para dizer a verdade, sr. Padre, eu não sei”.

O padre lhe explicou o sentido da vela, e por que o padrinho a segura. Ela representa a Vida Nova que a criança acaba de receber de Cristo, representado no Círio Pascal. E o padrinho é o fiador da formação religiosa inicial daquela criança.

Muitos cristãos aceitam ser padrinhos de muitas e muitas crianças, e nem se lembram, ou não sabem, da responsabilidade que assumem. Eles são como estepe: Se os pais não ensinarem ao filho ou à filha os primeiros passos da fé, os padrinhos têm obrigação de fazê-lo, senão terão de prestar contas a Deus.

São os pais e os padrinhos que mantêm acesa a fé da criança, até o dia feliz da Primeira Comunhão, e da Crisma. A partir daí, é o adolescente que a segura, mas eles continuam vigilantes, dando-lhe a mão quando preciso. Se os padrinhos fizerem isso, receberão de Deus um grande prêmio no Céu.

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