Com a presença de milhares de fiéis, Francisco celebrou uma Missa na Praça Kossuth Lajos
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Neste 4º Domingo da Páscoa (30), o Papa Francisco presidiu a celebração eucarística na Praça Kossuth Lajos, em Budapeste, na Hungria.
O Santo Padre continua em sua 41ª Viagem Apostólica e falou aos milhares de fiéis húngaros, inspirado pelo Evangelho de São João:
“É isto o que faz um bom pastor: dá a vida pelas suas ovelhas”, disse o Santo Padre durante o início da sua homilia.
A imagem do bom Pastor guiou a reflexão do Santo Padre, que ressaltou duas ações que Jesus, segundo o Evangelho, realiza por suas ovelhas: chama-as e depois as faz sair.
“Irmãos e irmãs, estando aqui esta manhã, sintamos a alegria de ser povo santo de Deus: todos nascemos da sua chamada; foi Ele que nos convocou e, por isso, somos o seu povo, o seu rebanho, a sua Igreja. Reuniu-nos aqui para que, embora sendo diversos entre nós e pertencendo a comunidades diferentes, a grandeza do Seu amor nos reúna a todos num único abraço.”
Deste modo, em primeiro lugar o Senhor chama as suas ovelhas, disse Francisco, convidando o povo a recordar o sentido da catolicidade e a fazer memória agradecida do amor de Jesus por nós.
A segunda ação então seria, segundo o Pontífice, o movimento de saída. E o ilustra com a imagem da porta:
“Este movimento – entrar e sair –, podemos captá-lo a partir de outra imagem que Jesus utiliza: a da porta. Diz Ele: ‘ Eu sou a porta. Se alguém entrar por Mim, estará salvo; há de entrar e sair e achará pastagem’.
Ouçamos com atenção isto: há de entrar e sair. Por um lado, Jesus é a porta que se abriu de par em par, a fim de nos fazer entrar na comunhão do Pai e experimentar a sua misericórdia; mas, como todos sabem, uma porta aberta serve não só para entrar, mas também para sair do lugar onde nos encontramos“.
Assim, ao final de sua homilia, o Santo Padre mais uma vez destacou que o movimento de viver “em saída” significa tornar-se como Jesus, uma porta aberta. E exortou:
“Por favor, abramos as portas! Procuremos ser também nós – com as palavras, os gestos, as atividades quotidianas como Jesus: uma porta aberta, uma porta que nunca se fecha na cara de ninguém, uma porta que a todos permite entrar para experimentar a beleza do amor e do perdão do Senhor.”
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Fonte: Vatican News