As virtudes da vocação redentorista: a pobreza

A virtude da pobreza nos ensina a não colocar nada acima do Criador, nem afetos, nem coisas, nem a si mesmo.
Missionário Redentorista segura a cruz.

“Felizes os pobres em espírito, porque é deles o Reino dos Céus.”
(Mt 5, 3)

Rezar a virtude da pobreza, à primeira vista, parece contraditório, pois soa como se estivéssemos pedindo a Deus para ter uma vida miserável. Mas não é bem isso! A virtude da pobreza nos leva a descobrir a beleza de sermos Filhos de Deus, de sermos dependentes somente Dele, e não de nossas próprias forças.

“A virtude da pobreza nos ensina a não colocar nada acima do Criador, nem afetos, nem coisas, nem a si mesmo. É o vazio da alma pobre, silêncio profundo onde somente o Senhor ecoa. Ser pobre é não conservar nada no coração: nem apegos às riquezas que a traça corrói, nem aos bens que a ferrugem consome” (Gervásio, 1980, p. 55).

A VIRTUDE DA POBREZA NA CONGREGAÇÃO REDENTORISTA

A caridade missionária exige que os Redentoristas levem uma vida verdadeiramente pobre, que seja condizente com os pobres a evangelizar. Dessa maneira demonstram verdadeira solidariedade com os pobres e se tornam para eles um sinal de esperança (Const. CSSR, n. 65).

Na Congregação cada um deve viver somente para a vida eterna. Por isso, “todos os bens, convenientes, mas modestos, tenham e usemo-nos em comum. Tudo o que os congregados adquirem por seu trabalho, ou em vista do instituto religioso, deve, portanto, ser incorporado aos bens da comunidade” (Const. CSSR, n. 62).

É isso o que Jesus anseia para os seus seguidores, “uma vida em abundância” (cf. Jo 10, 10), cheia de fé, amor, e caridade.

Baixe gratuitamente o subsídio “Orar com o Redentor” e convide seu grupo e sua comunidade a rezar pelas vocações redentoristas!

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