Os anos 1960 foram uma fase de amadurecimento da construção do Santuário Nacional. Foi nesse período que surgiram dois dos grandes marcos da arquitetura da Basílica: a Torre Brasília e a Cúpula Central.
Mesmo em tempos difíceis, com o país passando por transformações sociais e políticas, o trabalho não parou. A fé do povo brasileiro sustentava cada etapa da obra. Graças à generosidade dos devotos de Nossa Senhora Aparecida, o Santuário seguia crescendo. Cada nova etapa era celebrada como um sinal da presença de Deus agindo por meio do trabalho humano.
Mais do que uma obra de engenharia, cada avanço refletia um profundo gesto de amor e devoção à Mãe Aparecida. O Santuário era, e continua sendo, obra do povo de Deus, feita por mãos que rezam, trabalham e realizam.
A década de 1960 ficou marcada pela certeza de que o amor dos devotos é o alicerce sobre o qual se ergueu a Casa da Mãe Aparecida. Era o início de um novo capítulo na história da devoção mariana no Brasil.