Os anos 1970 foram decisivos para o Santuário Nacional de Aparecida. Foi a década em que a Basílica começou a se parecer com o que conhecemos hoje, com suas quatro naves — Norte, Sul, Leste e Oeste — e suas capelas internas que convidam à oração e ao encontro com Deus.
Era um tempo de muito trabalho e esperança. Enquanto máquinas e operários davam forma às paredes e arcadas, os devotos seguiam oferecendo seu apoio espiritual e material. A Casa da Mãe crescia com o esforço e o carinho de seu povo.
O Santuário se consolidava como um espaço de acolhida, atraindo romeiros de todas as regiões do país. Cada peregrinação era uma forma de participar da construção — um gesto de fé que ajudava a erguer não só paredes, mas também esperança. Era o Santuário se tornando não apenas uma construção, mas um sinal visível da fé de um povo inteiro.
Durante essa década, o movimento de peregrinos cresceu significativamente. Aparecida começava a se tornar o coração religioso do Brasil, acolhendo pessoas vindas de todas as regiões. A Basílica, sustentada pelo amor dos devotos, se afirmava como o símbolo da fé viva de um povo que constrói com o coração.