São Maximiliano Maria Kolbe
São Maximiliano Maria Kolbe

A Milícia da Imaculada, tão querida por São Maximiliano Kolbe, anuncia e nos convida a pensar sobre esse grande santo mariano que jamais teve medo de se doar, e em cuja vida o amor sempre foi a resposta.

Num mundo de ódio, este homem, conquistou a maior e mais difícil de todas as vitórias: a vitória do amor que perdoa.

Nascido a 8 de janeiro de 1894, às portas de iniciar o século XX, século de desafios, de guerras mundiais e desafios tantos… Sentiu o chamado de Deus para a vida religiosa.

Entrou para o seminário e estudou teologia em Roma, onde, com mais alguns companheiros, fundou o movimento Milícia da Imaculada para trabalhar pela evangelização no mundo, através de todos os meios possíveis, à luz da Imaculada.

O carisma de sua labuta evangelizadora foi marcado pelo amor infinito a Maria e pela imprensa escrita e falada. Seu objetivo primeiro foi conquistar o mundo inteiro para Cristo por meio de Maria Imaculada.

Kolbe tinha fama de santo. Sua vida foi ceifada na flor da idade, quando, em 14 de agosto de 1941, com apenas 47 anos, celebrou sua passagem para a eternidade ao se oferecer para morrer no lugar de um pai de família. Com esse gesto, quis mostrar ao mundo um exemplo a ser mais imitado que admirado.

Um dos aspectos de sua vida — talvez o maior deles — foi o seu amor inimitável por Maria, para com a Virgem Imaculada. Esse amor era como o de uma criança, cheio de entrega total e, sobretudo, verdade.

Ele via Maria como o último limite entre Deus e a criatura, e o espelho fiel da perfeição e santidade. Glorificava com veemência a Virgem, e admitia que não era capaz de explicar às pessoas tudo sobre a Mãe de Deus.

Kolbe, em toda sua vida, quis e lutou contra a indiferença religiosa e, com a palavra “Militia” (Milícia), quis tão somente fazer com que os cristãos saíssem de sua indolência.

Dizia ele:

Nós não podemos ficar como espectadores inativos, quando a Igreja de Deus está exposta aos ataques maciços de seus adversários. Não basta só lamentarmos e derramarmos lágrimas.

É um convite que se estende por todo o sempre: para que cada cristão, católico, saia da inércia que o aprisiona, provocando uma certa falta de sentido de pertença tão grande que, muitas vezes, se diz seguidor de Cristo, mas traz somente a etiqueta do ser cristão, ao passo que a atitude fica a desejar.

Sobre este santo, até nos perdemos entre tantas de suas qualidades e exemplos a serem seguidos:

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Era muito mais que o número 16670: tinha uma essência, tinha uma identidade, e esta era tão somente de um santo que exalava amor ao próximo.

Que Maria, em seu nome e em seu coração, nos ensine a lição da entrega aos irmãos e ao Reino de Deus!

São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

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