Papa explica que o Sacramento do Matrimônio não se improvisa

O Matrimônio corresponde à essência do amor, reflete a fidelidade de Deus. Por isso, a Igreja defende a indissolubilidade do matrimônio.

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O convite é para que os casais superem juntos todas as dificuldades e o amor nunca tenha fim. 
“Representa a entrega de Cristo à sua Igreja até a morte na cruz.” (1605,1612-1617, 1661).

O Papa Francisco chamou a nossa atenção para o ministério dessa união e explicou como os noivos são convidados a nutrir essa relação, através da Oração, Eucaristia e Reconciliação. Por isso, não tem como ser feito de qualquer forma.

“Esse Sacramento não se improvisa. É necessário se preparar já como noivos. Não é suficiente que os noivos cristãos se preparem a serem marido e mulher com uma boa integração psicológica, afetiva, de relacionamento e projetos, que também é necessária para a estabilidade da sua futura união. Eles devem inclusive nutrir e intensificar progressivamente neles próprios aquela chamada específica para se moldar como marido e mulher cristãos. Isso significa cultura, dentro da vocação cristão, a vocação particular para serem discípulos missionários como casais, testemunhas do Evangelho na vida familiar, de trabalho, social, lá onde o Senhor os chama.”

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Jovem de Maria, se sua vocação for o matrimônio e você estiver disposto(a) a vivenciar esse desafio de amor, fica o convite para que você conheça a vida de São Luís Martin e Santa Zélia. São exemplos de um matrimônio sustentado pela Reconciliação, Oração e Eucaristia.

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