Quando somos voluntários agimos de uma forma genuína, ou seja, transbordamos amor sem esperar nada em troca. Afinal, “Há mais felicidade em dar que em receber”. ( At 20,35) Ao tomar a decisão de prestar serviços de forma voluntária conseguimos testemunhar a realização dessa promessa.
Beatriz Soares será voluntária da JMJ e já conta como está a sua expectativa perante o maior encontro de jovens católicos do mundo.
“Para mim a JMJ já começou e vejo desde já que na minha vida já posso contemplar os feitos de Deus. Conhecer e aprender com novas culturas e criar novas relações construídas de tocar na força juvenil que existe dentro da Igreja”.
O fato de sermos voluntários na Jornada Mundial da Juventude, por experiência própria, torna a JMJ ainda melhor. Nosso coração se enche de esperança quando escutamos outros depoimentos como o de Michael Sales:
“Ao longo dos anos, a JMJ teve a participação de jovens que hoje são modelos de amizade com Deus para nós. Fico imaginando, quantos jovens que vão sair da JMJ impulsionados e impactados pela acolhida, pelo cuidado, pelos Rise Up’s, pelos espetáculos do Festival da Juventude, por tudo que vão viver aqui. E depois serão médicos, advogados, engenheiros, programadores, artistas, impactados pelo amor de Deus.
Isso vai influenciar nas profissões, na vida social, na vida acadêmica, e assim, a JMJ acaba sendo a responsável por mudar o mundo. Acho que nossa importância na JMJ é a mesma de um lápis na mão de um poeta. Enquanto estivermos nas mãos desse belo poeta que é Deus, podemos ser usados para escrever belas poesias de amor na vida dos peregrinos. Se nos soltarmos das mãos dEle, já não temos mais utilidade alguma”.
Além disso, Beatriz e Michael contam com coração cheio de esperança sobre o que espera aprender, ou vivenciar, durante a JMJ de Lisboa, do qual será voluntário:
“Acredito que a JMJ tem a graça de unir os povos, de proporcionar aos jovens uma verdadeira experiência com Deus e a partir desta experiência serem renovados na fé e na esperança“. (Beatriz)
“Pretendo viver a mesma experiência que Maria teve ao levantar-se, pretendo me levantar acima do meu comodismo, acima das minhas limitações e dificuldades, e partir apressadamente, ir com pressa, aquela mesma pressa que temos quando estamos atrasados para algo e ter consciência de que de fato estamos atrasados. Estamos sempre atrasados para amar, para dar mais de nós mesmos, porque o limite do amor é amar sem limites“. (Michael)
Com Michael e Beatriz aprendemos sobre como a doação, gestos de amor, ou seja, prestar um serviço voluntário proporciona praticar o Evangelho, viver o que Nossa Senhora Aparecida viveu.
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